Welcome to my world!
sábado, 21 de dezembro de 2013
all of me
quarta-feira, 19 de junho de 2013
tired.
Será assim tão difícil aceitar e confiar na minha natureza. Tenho vezes que penso seriamente que fui feita para estar sozinha, para ser uma rapariga solitária, mas não sei, penso em tudo e em nada, e chego a mil e uma conclusões ou até a nenhuma.
Estou cansada de tanta coisa, só queria que me deixassem em paz a sério.
Não sei o que fazer, não sei como reagir para mudarem a atitude para comigo, para me ouvirem com atenção como também pedem que escute. Sou assim tão difícil de aceitar? Sou assim tão difícil de amar?
Já não chorava á tanto tempo, acho que hoje chegou a altura da explosão.
Dói-me a cabeça, dói-me o corpo todo, dói-me o coração...
Torno a repetir que não tenho forças, confesso que nem para este texto estou a tê-las, quero fazer tudo e mais alguma coisa e ao mesmo tempo não consigo fazer nada, parece que algo me puxa, que algo me diz não faças, não te chateies mais, não te incomodes, mas eu faço sempre o contrário, incomodo-me a cada dia que passa, chateio-me a cada dia que passa, e tento fazer tudo a cada dia que passa.
Só queria que o tempo parasse para mim, que eu ficasse durante uns tempos a dormir, a repousar desta vida, só queria ter descanso, será que isso será possivel?
Já nada me consegue dar forças, acho que sou uma pessoa sem remédio, e serei sempre incompreendida, irá haver sempre a alguém a entrar em conflito mesmo sem eu fazer nada, irá existir sempre alguém que me incomode até não poder o fazer mais nesta vida.
Não sei preciso de férias , apenas estou cansada
sábado, 4 de maio de 2013
holeofshit
Tento sobreviver, erguer a cabeça, seguir em frente, mas a realidade é que cada pessoa que passa, deixa o seu rasto, mau ou bom, deixa sempre as suas pequenas/grandes atitudes presentes. Pessoas que fazem de tudo por mim, outras que não fazem nada. As pessoas que me cativam e as que me deixam em baixo. Simplesmente à de todas as formas e feitios.
Fico triste ao saber que existiram pessoas que apenas vieram com segundas intenções e me deixaram triste, que me desiludiram dia após dia, outras que vieram e pareceram de confiança durante meses, talvez anos e depois passam a meros desconhecidos e ainda existem aquelas que teimam em permanecer do meu lado, mas ainda essas existe a incógnita de se um dia irão fazer o que muitos fizeram.
Sinto-me aborrecida, deprimida, um tanto infeliz por a minha vida ter dado uma volta tão grande, devido ao lado mau claro, mas confesso que ainda não me habituei ao facto de ter perdido algumas coisas/pessoas, sendo más ou não.
É complicado, sou complicada, e ainda complico mais.
Eu apenas queria ter alguém em quem confiar e que tivesse a total confiança, que não me iria deixar quando eu mais precisa-se.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
get a life.
Já me mentalizei que nesta vida, existe sempre um momento em que até a pessoa que nos é mais fiel nos deixa de parte. Chegamos a um momento em que a realidade nos apodera e nos deita a baixo de uma maneira doida, que só nos apetece desaparecer. Todos os dias fico a pensar o porque de certas pessoas não gostarem de mim, quando eu nunca lhes fiz qualquer tipo de mal, tenho vezes que não entendo, mas já não entendo nada desta vida. Vivemos numa sociedade em que já poucos têm ideias formadas, poucos se conhecem e muitos se criticam. De que serve criticar? Cheguei a um ponto em que prefiro ignorar.
Quando me sento com a minha mãe á mesa e lhe conto um pouco do que se passa no meu dia-a-dia, ela simplesmente me diz que no tempo dela nada era assim, apenas porque antigamente ninguém tinha tempo para saber da vida dos outros, o que hoje em dia, uma vida pode ser estragada por um erro em segundos. Não é a sociedade que está a errar, porque os erros desde sempre existiram e os diferentes tipos de pessoas também existiam. O que mudou é o tempo desperdiçado sem fazer nada de muita gente.
Just get a life.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
1stmonthloveyou.
Acordo de manhã e olho para a data, dia 14 de Dezembro, já passou um mês, passou tão rápido. Foi um mês de pura felicidade, ele deu-me o seu carinho, protegeu-me nos seus braços, esqueçemos o mundo em nosso redor e decidimos ser felizes.
Começo a habituar-me á tua presença, a tua mensagem matinal, as tuas chamadas, mesmo quando é só para me dizer bom dia, o teu beijo de bom dia, as tuas promessas e os teus sonhos que partilhas todos os dias comigo, a maneira estupida como me fazes sorrir. Na verdade, são coisas muito simples, mas que se uma delas falha-se, ia sentir-me completamente vazia, sem qualquer outra hipótese de mudar.
Sabes perfeitamente, que para além de meu namorado , és meu amigo, escutas-me quando preciso e vice-versa.
Este mês foi perfeito, e o nosso sonho em conjunto ainda agora está a começar!
Amo-te Daniel.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
littlegirl.
Uma pequenina rapariga, para um mundo tão grande, tão ingénua, tão fácil de moldar, tão fácil de fazer acreditar. Um dia, apaixonou-se, acreditou no amor, entregou-se de cabeça sem nunca recuar um passo, cometeu erros, como todos cometem, sorriu durante muito tempo, mas também chorou e sofreu, foi trocada e sentiu-se humilhada. Ela aí aprendeu. Aprendeu que ninguém é perfeito , que ninguém pode ter certezas do que o futuro lhe reserva, aprendeu que o para sempre não existe, que as promessas são em maioria quebradas quando as mesmas têm uma perspectiva elevada. Aprendeu a não confiar, aprendeu a esperar, aprendeu a fazer os outros lutarem para terem algo dela, para que assim só os verdadeiros se mantenham por perto. Mas ela é um ser humano, também erra, fraqueja em maior parte dos passos que dá, é insegura, uma pessoa eternamente magoada, que agora desconfia de tudo e de todos, que tem medo de continuar a crescer. Todos os dias ela tem uma guerra com ela própria, ultrapassar os seus complexos, lidar com as suas próprias manias e com o seu feitio, que apesar de sempre dificil havia piorado após o seu coração ter sido partido. Muitas pessoas que ela considerou importantes abandonaram-na quando mais precisou, trairam-na quando ela caminhava mais fundo a cada passo e lhe tiravam o que mais feliz a fazia no momento, confiou em pessoas que apenas a usaram e logo de seguida a mandaram embora, sem qualquer pedido de desculpa ou remorso de tal atitude. Em nova era invisivel aos olhos dos outros, era uma rapariga de muito poucos amigos, desleixada com o seu aspecto, não queria saber sequer o que os outros pensavam. Hoje continuando uma rapariga simples e que mesmo ligando muito aos que os outros dizem, tem sempre a sua maneira de se querer vestir, sempre com o seu toque de rapaz pelo meio, porque quer dar um ar de durona e não de menina sensivel e frágil que qualquer um pode pegar e usar. Nem todos a vêm, mas uma pessoa viu-a, conheceu-a, fez-la acreditar que ela poderia ser de novo feliz e que podia confiar nele para lhe entregar o coração sem que o mesmo o magoa-se ou parti-se mais. Apesar de viver com constantes medos, ela luta diariamente para voltar a ser feliz, para voltar a sorrir de felicidade e não só para esconder a sua dor. A pequena rapariga continua a crescer e para sobreviver ela tem de lutar, precisa apenas de uma mão de apoio, ela acredita que irá ser feliz, apenas terá de ver o presente e o futuro.
domingo, 2 de dezembro de 2012
soulmate.
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