quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

1stmonthloveyou.



Acordo de manhã e olho para a data, dia 14 de Dezembro, já passou um mês, passou tão rápido. Foi um mês de pura felicidade, ele deu-me o seu carinho, protegeu-me nos seus braços, esqueçemos o mundo em nosso redor e decidimos ser felizes.
Começo a habituar-me á tua presença, a tua mensagem matinal, as tuas chamadas, mesmo quando é só para me dizer bom dia, o teu beijo de bom dia, as tuas promessas e os teus sonhos que partilhas todos os dias comigo, a maneira estupida como me fazes sorrir. Na verdade, são coisas muito simples, mas que se uma delas falha-se, ia sentir-me completamente vazia, sem qualquer outra hipótese de mudar.
Sabes perfeitamente, que para além de meu namorado , és meu amigo, escutas-me quando preciso e vice-versa.
Este mês foi perfeito, e o nosso sonho em conjunto ainda agora está a começar!
Amo-te Daniel.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

littlegirl.



Uma pequenina rapariga, para um mundo tão grande, tão ingénua, tão fácil de moldar, tão fácil de fazer acreditar. Um dia, apaixonou-se, acreditou no amor, entregou-se de cabeça sem nunca recuar um passo, cometeu erros, como todos cometem, sorriu durante muito tempo, mas também chorou e sofreu, foi trocada e sentiu-se humilhada. Ela aí aprendeu. Aprendeu que ninguém é perfeito , que ninguém pode ter certezas do que o futuro lhe reserva, aprendeu que o para sempre não existe, que as promessas são em maioria quebradas quando as mesmas têm uma perspectiva elevada. Aprendeu a não confiar, aprendeu a esperar, aprendeu a fazer os outros lutarem para terem algo dela, para que assim só os verdadeiros se mantenham por perto. Mas ela é um ser humano, também erra, fraqueja em maior parte dos passos que dá, é insegura, uma pessoa eternamente magoada, que agora desconfia de tudo e de todos, que tem medo de continuar a crescer. Todos os dias ela tem uma guerra com ela própria, ultrapassar os seus complexos, lidar com as suas próprias manias e com o seu feitio, que apesar de sempre dificil havia piorado após o seu coração ter sido partido. Muitas pessoas que ela considerou importantes abandonaram-na quando mais precisou, trairam-na quando ela caminhava mais fundo a cada passo e lhe tiravam o que mais feliz a fazia no momento, confiou em pessoas que apenas a usaram e logo de seguida a mandaram embora, sem qualquer pedido de desculpa ou remorso de tal atitude. Em nova era invisivel aos olhos dos outros, era uma rapariga de muito poucos amigos, desleixada com o seu aspecto, não queria saber sequer o que os outros pensavam. Hoje continuando uma rapariga simples e que mesmo ligando muito aos que os outros dizem, tem sempre a sua maneira de se querer vestir, sempre com o seu toque de rapaz pelo meio, porque quer dar um ar de durona e não de menina sensivel e frágil que qualquer um pode pegar e usar. Nem todos a vêm, mas uma pessoa viu-a, conheceu-a, fez-la acreditar que ela poderia ser de novo feliz e que podia confiar nele para lhe entregar o coração sem que o mesmo o magoa-se ou parti-se mais. Apesar de viver com constantes medos, ela luta diariamente para voltar a ser feliz, para voltar a sorrir de felicidade e não só para esconder a sua dor. A pequena rapariga continua a crescer e para sobreviver ela tem de lutar, precisa apenas de uma mão de apoio, ela acredita que irá ser feliz, apenas terá de ver o presente e o futuro.

domingo, 2 de dezembro de 2012

soulmate.



Ele tem algo, algo que desperta a alegria em mim, algo que me faz ficar feliz, que me faça despertar para a vida. Se tenho sorrido, é graças a ele, que me tem feito feliz, que me faz sorrir, que adora fazer-me surpresas, que me escreve de manhã uma mensagem de manhã, ou me liga para me dizer um bom dia. Sinceramente, já pensei que nunca iria ser feliz, que nunca ia voltar a sorrir, que nunca ninguém me iria amar. Não sou tarefa fácil, a minha cabeça faz mais filmes do que na realidade existem, por vezes coisas mais simples que uma simples muda de roupa. Ele tem-me mostrado um lado que nunca pensei conhecer, tem-me tratado como nunca pensei que me tratassem. Ele faz-me feliz, não quero perde-lo por nada. O sorriso dele, o olhar dele, a maneira de ele falar, a maneira de ele ser , a maneira como ele pensa, tudo nele me cativa, pelo facto de ele ter aquilo que eu não tenho. Acho que é por isso que nos dá-mos tão bem, acabamos por nos completar. Em certos assuntos eu sou uma criança perto dele, noutras a criança é ele. Eu sou negativa, ele positivo, somos o oposto em tanta coisa, e encaixamo-nos na perfeição. Isto é algo que me faz cativar na nossa relação, acreditar que tem futuro, que ambos somos felizes nela, eu gosto dele e a cada dia que passa gosto cada vez mais. Admiro-o, orgulho-me dele pela pessoa que ele é , pela maneira como luta pelas coisas que quer, que sonha e deseja. Neste momento, posso dizer que a minha felicidade está a construir-se, eu vou alcança-la.